A Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt) informou nesta terça-feira, dia 13 de setembro, que o Laboratório credenciado pela Agência Mundial Anti Doping (Wada) e pela Associação Internacional das Federações de Atletismo (Iaaf) do Rio de Janeiro comunicou que identificou a substância proibida Dexametasona (Glucocorticosteróide) na urina da atleta Eliane Luanda Pereira da Silva. A substância é um anti-inflamatório e antialérgico usado em tratamentos intensivos durante curto período de tempo.
A coleta da urina da atleta foi feita no dia 31 de julho, em Sorocaba (SP), por causa do Circuito de Corridas e Caminhada da Longevidade, no qual a atleta havia ficado em quarto lugar na etapa realizada em Sorocaba (SP), no dia 31 de julho. Eliane foi comunicada do resultado positivo no dia primeiro de setembro, pela CBAt, e apresentou suas justificativas no dia cinco de setembro, as quais não foram aceitas.
Tal resultado é considerado infração de doping, já que na lista de substâncias proibidas da Wada é considerada uma “substância específica”. Apesar da atleta já ter sido punida por doping em 2003, esta foi considerada sua primeira infração, em função do prazo decorrido e em conformidade com as normas da Wada. A CBAt aplicou a pena de suspensão por três meses à fundista, que foi desclassificada do Circuito da Longevidade.